Por que se fala tanto em hiperatividade hoje em dia? A Medicina está mais voltada para esse diagnóstico ou existem mais hiperativos por conta do estilo de vida atual, no qual as crianças são bombardeadas desde muito cedo por estímulos e informações de todos os lados? Essas e outras questões são esclarecidas na presente entrevista pelo neuropediatra Fernando Kok, assessor médico do Fleury na área de Erros Inatos do Metabolismo. Escute já!




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Fleury Medicina e Saúde diz:
Denise, o grupo de transtorno de déficit de atenção sem hiperatividade é mais raro e possivelmente mais subdiagnosticado, uma vez que os problemas escolares e disciplinares enfrentados são menos intensos. O diagnóstico também é mais difícil, uma vez que pode não ser fácil distinguir o que é uma atenção seletiva (prender-se apenas por coisas de interesse), de uma falta de atenção generalizada (mais característica do transtorno por déficit de atenção). É importante também ter em mente que a fronteira entre o que é “normal”, o que é ter “atenção seletiva” e o que é ter “déficit de atenção sem hiperatividade” não é simples.
09/09/2008 11h42
Denise Maria Sampaio Magalhaes diz:
Como podemos avaliar o tdah sem hiperatividade? Apenas apresentando muita desatencao com um grande desenvolvimento escolar, mas apenas quando nao lhe interessa. Quando a materia nao e seu foco…desista. Mas super focando numa televisao por exemplo, sem conseguir ouvir mais ninguem… como fazer este diagnostico?
02/09/2008 20h44