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Doença de Alzheimer

Estima-se que cerca de 50% dos indivíduos maiores de 85 anos tenham a doença de Alzheimer. Devido ao grande número de pesquisas atualmente realizadas, as discussões a respeito do tratamento para esse mal se tornam ultrapassadas muito rapidamente. Por isso, aproveite para saber mais e se atualizar sobre o assunto na entrevista com o neurologista Hélio Gomes, asssessor médico de líquor e neurodiagnóstico do Fleury.

7 comentários

  1. Beatriz Ferreira Braga diz:

    De uma maneira simples e accessível o senhor conseguiu falar desta doença.Tive a esperança de que o sr. descartasse a possibilidade familiar da doença,mas ela continua valendo, não é?O que mais me intriga é a possibilidade dela ocorrer em pessoas mais jovens, caso da minha mãe,que teve os primeiros sintomas por volta dos 63 anos.Viveu ainda 11 anos, muito difíceis,claro.Desculpe, não pretendia escrever tanto.Foi bom saber que existem novos tratamentos. Obrigada, Beatriz

  2. Ione Cirilo diz:

    Se os comentários fossem para médicos, valeriam. Para o público em geral…PÉSSIMO! O mais importante é falar de prevenção:sugestões, aconselhamento, e não falar de proteinas e especificidade de medicamentos. E o final…lamentável! Põe um jornalista para tratar desses papos que podem ser bons, úteis e despertar interesse. Mas não dessa forma.

  3. Debora Montiel diz:

    Gostei muito da entrevista, tirei algumas duvidas que foram esclarecidas. Apesar de usar alguns termos que nao entendo, valeu a pena.

  4. Douglas Marin Del Nero diz:

    Dr. Hélio Gomes,
    Sou filho de uma pessoa portadora de alzheimer e venho acompanhando e conhecendo a evolução desta terrível doença e gostaria de parabeniza-lo pela lúcida, precisa e esclarecedora entrevista que poderá auxiliar muitas pessoas a perceberem os primeiros sintomas e iniciar imediatamente os tratamentos hoje disponíveis, que infelizmente retardam a sua evolução mas não a eliminam.

  5. Silvia S Santos diz:

    Dr Hélio
    Gostei muito da entrevista e confirmou o que sempre ouvi sobre a necessidade de manter a mente sempre trabalhando. Tenho grandes probabilidades de na velhice desenvolver a doença de Alzheimer, pois meu avô materno teve, dos 8 irmaos de minha mãe, 3 desenvolveram a doença, 3 faleceram novos, incluindo minha mãe e dos 3 vivos, um já está com a dença, os outros dois ainda não atingiram 70 anos. Enfim, quero sempre ficar atenta as novidades médicas com relação ao Alzheimer visando não ter uma velhice tranquila e totalmente lúcida. Enquanto não tem cura, o jeito é fazer exercícios para evitá-la ou mesmo até retardá-la ao máximo.

  6. Exelente entrevista, muito esclarededora sobre assunto de grande importância na atualidade
    Cecília

  7. maria silvania Alves da Silva diz:

    Na verdade gostei muito da entrevista, com certeza irá me ajudar nas minhas esquisas. e se possivel gostaria muito de receber em meu e-mail assuntos relacionados a doença de Alzheimer… ela atenção obrigada. Silvânia Alves.

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