Os surtos de infecções por micobactérias de crescimento rápido (MCRs) em serviços de saúde vêm sendo constatados em várias cidades brasileiras desde o fim dos anos 90 e dá sinais irrefutáveis de intensificação nesta década. Já que cada agente infeccioso tem um perfil próprio de sensibilidade, a definição terapêutica acertada depende muito da identificação da espécie envolvida.




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