A adição dos testes bioquímicos à ultrassonografia fetal reduz o número de casos com risco aumentado – acima de 1 em 300 – e, portanto, a quantidade de procedimentos invasivos desnecessários. Ao mesmo tempo, eleva a taxa de detecção de cromossomopatias para cerca de 90%, segundo estudos prospectivos envolvendo dezenas de milhares de gestantes.





