A equipe técnica do Fleury, em parceria com a Disciplina de Reumatologia da Unifesp, observou um padrão de imunofluorescência fortemente associado à presença de anticorpos anti-Scl-70, ou anti-DNA topoisomerase I, que servem para o diagnóstico de esclerose sistêmica e para a avaliação prognóstica do risco de desenvolvimento de fibrose pulmonar.




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