Não existem recomendações bem definidas sobre o rastreamento do câncer de pâncreas na população com ou sem fatores de risco. A American Gastroenterological Association sugere apenas que a investigação deva se iniciar aos 35 anos de idade em pacientes com pancreatite hereditária e, nos indivíduos com história familiar de câncer de pâncreas, dez anos antes da idade do parente no momento em que este teve a doença.
Quando recorrer à biópsia percutânea de pâncreas?
Apesar de a punção aspirativa por agulha fina de lesões pancreáticas ser realizada facilmente, alguns casos suspeitos de adenocarcinoma requerem biópsias de fragmento (core), já que, mesmo para um citopatologista experiente, a diferenciação entre câncer e pancreatite crônica pode ser bastante difícil em amostras citológicas.
Pacientes de risco devem ser rastreados para tumores hepáticos
A importância do carcinoma hepatocelular (CHC) tem crescido na prática clínica pelo aumento de sua incidência na maioria dos países, razão pela qual implica vigilância rotineira naqueles grupos de maior risco. Para ter uma ideia, o CHC é uma das neoplasias mais comuns na atualidade, a ponto de representar o quinto câncer mais frequente em homens e o oitavo em mulheres.
Imuno-histoquímica contribui para diferenciar nódulos hepáticos
Mesmo com os avanços dos métodos de imagem, em muitos casos o estudo histológico e/ou citológico de nódulos hepáticos é fundamental para o diagnóstico conclusivo. Nesse contexto, a avaliação da adequação da amostra e a indicação de métodos moleculares e/ou complementares para diferenciar uma lesão ou um nódulo primário de um metastático têm sido cada vez mais requisitadas.
Ecoendoscopia permite a abordagem diagnóstica do pâncreas
As particularidades anatômicas do pâncreas tornam sua avaliação bastante complexa, de modo que não são raras as situações em que o diagnóstico preciso só é definido após a intervenção cirúrgica. Nesse contexto, vale destacar a utilidade da ultrassonografia endoscópica para a investigação de afecções pancreáticas, notadamente o câncer de pâncreas.
Como utilizar os diferentes métodos de imagem para o diagnóstico dos hepatocarcinomas
Embora cada exame tenha sua particularidade, a capacidade de detecção de uma lesão focal depende do contraste existente entre ela e o restante do parênquima, que pode ser influenciado pela presença de gordura, necrose e fibrose. O fato é que o aspecto nodular generalizado impõe ao clínico um desafio para a detecção e a caracterização do CHC.
Fleury altera valor de referência de marcador do metabolismo ósseo para mulheres na menopausa
Durante o monitoramento do uso de bisfosfonatos, o interligador C-terminal (CTX) costuma ser bastante usado para avaliar precocemente a eficácia da terapia, pois consegue evidenciar alterações já após um mês de tratamento. Uma vez que os valores de referência para o CTX são frequentemente utilizados com base em estudos internacionais, que refletem uma realidade diversa da nossa, o Grupo de Endocrinologia do Fleury avaliou 120 mulheres na menopausa para determiná-los na população brasileira
Fratura atípica de fêmur proximal: seu paciente usa alendronato?
O alendronato foi o primeiro bisfosfonato largamente utilizado no tratamento da osteoporose, tendo mostrado eficácia comprovada na redução do risco de fraturas ósseas, tanto vertebrais quanto não vertebrais. No entanto, várias publicações vêm demonstrando uma associação paradoxal entre seu uso por longos períodos e o surgimento de fraturas femorais de baixa energia. Ainda não se sabe se essa relação vale para todos os bisfosfonatos, pois a maioria dos estudos tem se centrado sobre esse fármaco, que, afinal, é o mais amplamente empregado.