A doença renovascular é uma das causas mais comuns de hipertensão secundária e corresponde a aproximadamente 1% a 3% dos casos de hipertensão arterial. Neste podcast você ouve um pouco mais sobre os métodos diagnósticos para investigação de hipertensão renovascular e os indícios que podem levar à suspeita de doença renovascular.
Entre as causas endocrinológicas da hipertensão secundária, merecem destaque o hiperaldosteronismo primário, a síndrome de Cushing e o feocromocitoma. Neste podcast você ouve um pouco mais sobre cada um dessas endocrinopatias.
Observa-se atualmente o ressurgimento de doenças tidas como quase extintas, como a gonorréia e a sífilis. Esse aumento na incidência de doenças sexualmente transmissíveis pede maior rigor com as medidas de proteção, principalmente entre os adolescentes.
A hipertensão arterial sistêmica é considerada uma das condições clínicas mais prevalentes em todo o mundo, afetando 28% dos adultos. Nesse podcast você confere os resultados de um estudo conduzido pelo Fleury em 2007 com executivos que utilizaram o serviço de check-up.
A hipertensão pode causar alterações no sistema vascular da retina, da coróide e do nervo óptico – é a chamada retinopatia hipertensiva, que atinge entre 2% e 15% dos hipertensos, sendo particularmente freqüente entre os afro-descendentes. Neste podcast você pode conferir as formas de diagnóstico dessa condição.
A prática de atividade física é forte coadjuvante no tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial sistêmica, uma vez que interfere nos principais sistemas envolvidos na fisiopatologia da condição. Nesse podcast você confere os principais benefícios dos exercícios para a população hipertensa.
O consumo de álcool e drogas na adolescência é motivo de crescente e justa preocupação por parte dos pais e profissionais de saúde, devendo ser objeto de educação e vigilância permanentes. Nesse podcast você confere as principais formas de investigação do uso de drogas, seja ele crônico ou ocasional.
Na adolescência, o rastreamento de doenças prevalentes entre os adultos permite que essas condições, quando reconhecidas num momento em que ainda não existem sintomas, sejam mais bem controladas. Porém, essa busca precisa ocorrer de maneira criteriosa e deve considerar diversos fatores de risco. Nesse podcast você ouve quais são os principais exames indicados para essa faixa etária e os critérios a serem considerados.
Os tocadores digitais de música estão cada vez mais disseminados entre a população, principalmente os adolescentes. É cada vez mais comum para essa parcela da população passar várias horas do dia com fones nos ouvidos. O grande problema é o volume, que invariavelmente ultrapassa os limites de segurança e traz graves conseqüências para a saúde auditiva do ouvinte. Ouça quais são os principais problemas gerados e como fazer o diagnóstico.
As alterações que ocorrem na estrutura dos ossos nas duas primeiras décadas de vida trazem grande dificuldade para a avaliação da massa óssea de crianças e adolescentes. Diante disso, a Sociedade Internacional para Densitometria Clínica determina a obrigatoriedade da comparação com indivíduos da mesma idade cronológica em exames pediátricos. Ouça quais são os cuidados que permitem à densitometria medir o ganho de tecido ósseo na população infanto-juvenil.
A puberdade normal acontece entre os 8 e os 13 anos de idade nas meninas e entre os 9 e os 14 anos nos meninos. É considerada tardia quando não há nenhum sinal de desenvolvimento puberal na idade limite para o ingresso nessa fase e é precoce quando começa antes dos 8 anos nas meninas e antes dos 9 anos nos meninos. O diagnóstico desses casos requer tanto a realização de dosagens hormonais quanto exames de imagem.
A osteoporose é o principal fator de risco para fraturas no adulto e a melhor forma de avaliá-la é a determinação da densidade mineral óssea, ou sigla em inglês para bone mineral density, obtida por meio da densitometria óssea.
Em dez anos, uso de imunobiológicos promove uma revolução no tratamento de doenças inflamatórias. As moléculas são construídas para atuar em uma proteína com papel estratégico na regulação da resposta biológica.
As alterações no raios X são mais tardias que as encontradas na ultra-sonografia ou ressonância magnética. Confira a discussão de caso de uma paciente de sexo feminino, 37 anos, que apresentava artrite simétrica em punhos e articulações metacarpofalanianas, com rigidez matinal.
A pesquisa de auto-anticorpos contra antígenos celulares, também conhecida como fator antinúcleo ou FAN, tem grande utilidade na investigação de doenças auto-imunes. A triagem desvinculada de sintomas aumenta a chance de resultados positivos em pessoas sem doença auto-imune aparente.
A primeira avaliação oftalmológica é feita nas primeiras horas de vida do bebê, pelo pediatra, ainda da maternidade. Esse primeiro exame é conhecido como teste do reflexo vermelho ou, mais popularmente, teste do olhinho. Ouça nosso podcast, conheça quais são as condições tratáveis que necessitam de reconhecimento precoce e saiba qual o momento adequado para indicar uma avaliação oftalmológica do recém-nascido.
A formação de vasos anômalos na retina deve ser investigada em pré-termos com idade gestacional inferior a 32 semanas e em recém-nascidos que tenham apresentado síndrome do desconforto respiratório, sepse neonatal e hemorragia intraventricular. Ouça as recomendações dos nossos especialistas para o diagnóstico dessa doença, que se não tratada adequadamente pode causar danos irreversíveis no desenvolvimento visual da criança.
Por muito tempo se defendeu a idéia de que doença arterial coronariana era um problema ligado ao sexo masculino. No entanto, sabe-se que a doença cardiovascular ainda é a maior causa de óbito feminino. Com um agravante: nelas, o prognóstico é pior, pois a detecção é feita numa fase já crítica. Nesse podcast você ouve sobre os métodos diagnósticos que ajudam a estratificar o risco cardiovascular feminino.
A cólera é uma doença aguda que se caracteriza por diarréia volumosa e freqüente, capaz de levar o doente rapidamente à desidratação e à morte. Nesse podcast você fica sabendo mais sobre a vacina contra cólera, que já é usada em vários países e foi aprovada recentemente no Brasil. Ela é uma proteção extra para os indivíduos que se deslocam até regiões de alto risco para doenças diarréicas.
No caso de remoção da tiróide, a reposição combinada de T3 e T4 é mais eficiente do que a reposição isolada de T4? Embora ainda haja muita controvérsia sobre esse assunto, a revista da Sociedade Americana de Medicina publicou, em fevereiro deste ano, um estudo realizado com 50 pacientes avaliados antes e depois de ressecção cirúrgica da tiróide. Ouça nosso podcast e saiba qual foram os resultados.