A determinação do subtipo histopatológico do câncer de pulmão fornece informações importantes sobre o prognóstico e é necessária para o tratamento. Tradicionalmente, tem sido baseada na avaliação de biópsias com colorações de rotina ou preparações citológicas, mas estudos complementares, como a imuno-histoquímica, ajudam cada vez mais os patologistas no diagnóstico. Os critérios de 2004 da OMS são a base para a categorização do carcinoma pulmonar, mas novas ferramentas vêm sendo utilizadas e prometem alterar essa classificação.
Resistência emergente de gonococos à ciprofloxacina e à tetraciclina corrobora a importância do teste de sensibilidade aos antimicrobianos
Segundo agente bacteriano mais prevalente em doenças sexualmente transmissíveis, a Neisseria gonorrhoeae representa uma importante causa de uretrite e de infecções genitais, tanto em mulheres quanto em homens. Nestes últimos, em particular, é habitual que o tratamento seja instituído de forma empírica, com base na manifestação clássica de secreção uretral purulenta e, eventualmente, no achado de diplococos gram-negativos intracelulares no exame bacterioscópico desse material.
Estudo valida profilaxia usada para infecções graves em recém-nascidos
Agente importante de meningite, bacteriemia e sepse em recém-nascidos, o Streptococcus agalactiae – também denominado estreptococo beta-hemolítico do grupo B (EGB) – em geral provém do canal de parto ou da região perianal da mãe, onde pode estar presente como colonizante em 10% a 30% das gestantes.
Estimativa da função pulmonar pós-operatória tem grande participação na definição do tratamento do câncer de pulmão
A avaliação funcional respiratória é essencial não apenas para o estadiamento da neoplasia do pulmão, como também para a definição de elegibilidade ao tratamento cirúrgico radical da doença. Para essa decisão, a informação mais relevante é o grau de função pulmonar que restará após a retirada de parte do parênquima do órgão. Tal predição depende basicamente do seu nível de funcionamento basal e da extensão prevista da ressecção.
Como usar os diferentes exames de imagem no manejo da neoplasia pulmonar
Os métodos de imagem têm participação fundamental na avaliação de pacientes com câncer de pulmão, desde a detecção da neoplasia, passando pelo estadiamento, planejamento terapêutico e avaliação prognóstica, até o controle da resposta ao tratamento. Apesar dos últimos avanços tecnológicos, porém, ainda não há um único recurso que sirva a todas as etapas da abordagem da doença, embora essa possibilidade hoje seja mais concreta. Por suas peculiaridades, cada exame está indicado para determinada fase da evolução da neoplasia.
Broncoscopia tem múltiplas aplicações nas neoplasias pulmonares
A broncoscopia é um procedimento utilizado em uma grande variedade de doenças pulmonares, de diferentes etiologias, sejam infecciosas, inflamatórias ou neoplásicas. No câncer de pulmão, o método está indicado para o diagnóstico, o estadiamento e o auxílio ao planejamento terapêutico, uma vez que permite a coleta do lavado broncoalveolar e do escovado brônquico, além de guiar as biópsias endobrônquicas e transbrônquicas, bem como a punção aspirativa por agulha.
Biópsias e punções pulmonares: o caminho inicial em busca da natureza da lesão
Com a evolução dos métodos de imagem e o aumento do acesso a esses exames pela população, cada vez mais frequentemente são diagnosticadas lesões pulmonares. Nessas situações, o médico deve fazer uma correlação do achado atual com os dados clínicos, epidemiológicos e radiológicos pregressos do paciente, na tentativa de estabelecer um diagnóstico de maneira não invasiva. Quando isso não é possível, passa a ser considerada a realização de uma biópsia pulmonar.
Uso da citometria de fluxo com reagentes mais eficazes faz diagnóstico mais sensível e específico da hemoglobinúria paroxística noturna
Forma rara de anemia, a hemoglobinúria paroxística noturna (HPN) é causada por uma mutação somática adquirida na célula-tronco hematopoética, precisamente num gene albergado no cromossomo X (PIG-A), que codifica a proteína glicosilfosfatidilinositol (GPI). Essa proteína se liga à membrana das hemácias, dos neutrófilos, dos monócitos e das demais células do sangue, sendo responsável pela ancoragem de várias outras proteínas à superfície celular.